Com pandemia de coronavírus, os sistema de transporte diminuiu em todo o Brasil. Em Guaíba não foi diferente: a expresso Assur teve queda de 81% em número de passageiros, passou de 22 mil usuários ao mês para apenas 4 mil.
Para o secretário de Mobilidade Urbana, Luciano Guedes, o cenário do transporte púbico, antes da pandemia, já não era animador, com os números em queda de usuários a cada dia deste modal de transporte.
- Mesmo em crise, o transporte coletivo ainda é o meio mais em conta para grande massa de trabalhadores. A pandemia foi uma espécie de catalizador do problema, como já foi dito por outras entidades - diz ele.
Ele explica que muito tem-se pensado em quais alternativas e que modelo deve ser praticado para salvar este modelo, que particularmente, acredita que deverá haver uma participação das esferas Federal, Estadual e Municipal, intervindo em maiores subsídios para combustível e redução de encargos trabalhistas para a categoria, sendo dois pontos: diesel e folha de pagamento – os mais “pesados” no custeio das empresas.
- Já poderíamos ter um reflexo positivo e uma redução muito significativa no custo da passagem para o usuário, incentivando o uso do ônibus e indo no sentido certo nas cidades, e não no contra fluxo com mais e mais veículos nas ruas.
- destaca.
Ele ainda conta que existem outros fatores concorrentes na composição de custo: idade dos veículos, tecnologia embarcada, acessibilidade universal e outros.
Segundo o site UOL, o Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes de Mobilidade Urbana e a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) encaminharam ao Ministério da Economia a proposta da criação do Programa Transporte Social, pedindo um aporte mensal de R$ 2,5 bilhões para pagamento de folha e compra de combustível até que a crise acabe.
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