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Quarta-feira, 27 de Maio de 2026

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33 mulheres superaram o ciclo da violência em sete meses, diz coordenadora do CRAM

Fabiane Belin apresentou dados e as atividades realizadas no órgão nesta terça-feira (4), na Câmara

33 mulheres superaram o ciclo da violência em sete meses, diz coordenadora do CRAM
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A coordenadora do Centro de Referência de Atendimento a Mulher (CRAM), Fabiane Belini, apresentou dados e as atividades realizadas no órgão nesta terça-feira (4), na Câmara de Vereadores. O CRAM Jussara Brito foi instaurado em novembro de 2022 para o atendimento de mulheres vítimas de violência doméstica, em Guaíba.

"A violência contra mulher hoje é um caso de saúde pública, os dados nos demonstram isto. Casos de feminicídios e casos em que as mulheres devido às diversas violências precisam estar afastadas do trabalho, do lar e de tantas outros afazeres que impactam diretamente na nossa economia, na vida das pessoas e na saúde", disse.

O CRAM realizou 851 atendimentos desde a inauguração, sendo que o pico aconteceu em maio com 201 no mês (veja a tabela abaixo) e 32 vítimas de violência doméstica são acompanhadas atualmente no serviço, a maioria na faixa etária entre 30 e 39 anos. Foram 33 casos de superação do ciclo da violência nos últimos sete meses, então 33 famílias conseguiram ressignificar a vida a partir da ruptura do ciclo da violência.

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Para Fabiane, o desafio é conseguir sensibilizar e engajar a população masculina porque é uma causa de todos e de todas. "Geralmente são mulheres que estão a frente, reivindicando e lutando por ser uma causa própria, mas todos os homens aqui vieram de uma mulher, então queremos que eles sejam mais presentes, atuantes e que apoiam mais às mulheres nesta causa. Então, nesse sentido, queremos também que os homens engajados possam engajar outros homens. Esse é o nosso desafio", concluiu,

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