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O produtor audiovisual Matheus Almeida dos Santos, o Sky Walk, lançou nesta semana mais uma canção: "Honey Blood over Sea". Disponível nas plataformas digitais, no youtube, a música autoral do guaibense de 25 anos soma à coleção de quase 15 já gravadas com dois discos.
Tradução de "doce sangue sobre o oceano", a obra é muito diferente das demais que foram escritas pelo músico que toca desde os 8 anos de idade. Deixou de lado o estilo pop para trazer alguma canção diferente para sua carreira. Queria testar mais seus limites como artista e trabalhador da cultura e algo que nunca tinha feito, ou seja, algo mais diferente.
A letra aborda a melancolia, os acontecimento de um relacionamento amoroso de uma forma bem mais explícita tentando usar o máximo de metáforas possíveis.
"Estou feliz, porque estava bem preocupado pois é outro tipo de música que escrevo, uma coisa mais lenta e melancólica no qual estou experimentando, porque as pessoas tem essa questão de proteção dos próprios sentimentos. Elas não conseguem falar o que realmente tem dentro delas. Então queria é tentar encorajar as pessoas para serem mais sinceras com elas mesmo", conta.
Sky começou suas apresentações musicais em tempo de escola e, em 2017, iniciou sua carreira em turnê pelo Brasil, shows em Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Maranhão e Pará. Ele projeta ainda neste ano começar a tocar nos mais variados eventos culturais de Guaíba em diferentes estilos musicais, do pop até o rock, uma maneira que pretende diversificar em sua recente carreira.
"Não tenho um gênero musical definido, isso que me dá liberdade de fazer o que eu quiser na música. Assim como sou fã de artistas grandes [como Michel Jackson, Tim Maia, Bruno Mars e Beatles], imagino as pessoas ouvindo minhas músicas. O artista tem que dar o melhor de si em todos os aspectos".
Ele concedeu entrevista para a coluna Drone Cultural, de Isaque Conceição, no ano passado e contou um pouco sobre sua trajetória no audiovisual, a história do surgimento do nome artístico, suas inspirações na música e de seus maiores desafios no segmento.
"Artisticamente, acredito que faço parte da contra cultura, o que faço não é o que está sendo consumido pelas mídias ou pelos populares, e também nunca busquei me adaptar a cena atual. Procuro ser fiel ao que sinto e ao que sou. Se eu fizesse algo só porque dá dinheiro ou algo que faz “sucesso”, já não seria mais eu. Por isso continuo deixando meu legado aonde eu vou".