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Pelo menos duas escolas estaduais de Guaíba tiveram que suspender as aulas presencias após casos suspeitos de covid-19. É o caso da Otero Paiva Guimarães, na Vila São Francisco, na semana passada, e a Ismael Chaves Barcellos, no Loteamento do Engenho, que optou somente pelas aulas à distância após familiares de dois estudantes testarem positivo para doença.
A Otaviano Manuel Júnior e Frederico Link, no Centro, tiveram uma turma (cada) com as atividades presenciais suspensas devido alunos e professores registrarem sintomas leves da doença. A Cônego Scherer, também no Centro, registrou um caso positivo, afastando uma professora.
Depois de um ano e meio, devido a pandemia, as aulas recomeçaram há um mês, em 16 de maio. Em contato com a reportagem, a coordenadora da 12ª Coordenadoria Regional de Educação, Larissa Saraiva Trindade, disse que todas essas medidas de afastamento são precaução e que assegura que nenhuma instituição de ensino registrou casos da nova variante do coronavírus, a delta.
"São exatamente estas escolas anunciadas, e sintomas gripas podem ter. Já orientei todos diretores de escola que se um aluno chegar com um sintoma gripal é para não chegar a entrar e conferir a temperatura, e fazer higienização do local caso precise", afirmou ela.
As instituições tem um plano de contingência aprovado pela Coordenadoria Regional de Saúde que autoriza esse retorno com medidas de prevenção ao covid-19, como uso de máscaras e distanciamento social, além de serviço rigoroso de limpeza e higienização.
O 34º Núcleo do CPERS emitiu uma nota de preocupação com os profissionais de Educação, pais e estudantes da rede estadual:
"Pedimos que os protocolos sejam cumpridos na íntegra, desde a conscientização da comunidade frequentemente para não enviar aluno com sintomas gripais, monitoramento no portão com febre medida na testa (no pulso tem dado diferença de meio grau para menos) e perguntado sobre sintomas gripais ou contato com familiares gripais.
Divulgar os casos é questão de responsabilidade e cumprir protocolo para que os pais possam monitorar seus filhos. Pedimos para escolas ter clareza da responsabilidade do momento."