Guaíba recebeu nesta quinta-feira (21) nova remessa da segunda dose com a vacina bivalente contra a covid-19 para pessoas com 60 anos ou mais e imunocomprometidos acima de 12 anos de idade, que tenham recebido a última dose do imunizante há mais de 6 meses. A segunda dose é a nova recomendação do Ministério da Saúde para o público alvo.
Os atendimentos em Guaíba acontecem nas salas de vacina das unidades do Centro, Cohab, Vila Iolanda, Columbia City, Colina, e nas Estratégias de Saúde da Família (ESF) da Nova Guaíba e Primavera.
A decisão do Ministério da Saúde é uma estratégia preventiva após a identificação de duas novas sublinhagens (a JN.1 e a JG.3) de uma variante do coronavírus no Brasil, inicialmente nos estados do Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás. Para aquelas pessoas que ainda não realizaram a primeira dose com a bivalente, segue a mesma recomendação: hoje recomendada para todas as pessoas acima de 18 anos, desde que no mínimo quatro meses após a última dose.
No RS, até o momento, apenas 38% dos idosos receberam a dose bivalente. Isso representa somente cerca de 840 mil em uma população total estimada em mais de 2,2 milhões de pessoas. Dessas, a maioria recebeu a vacina há mais de seis meses, visto que essa dose começou a ser disponibilizada em fevereiro.
Para demais idades, permanecem as orientações da vacina disponível para toda a população elegível acima de 6 meses de idade, conforme o Informe Técnico Operacional de Vacinação contra covid-19 (clique aqui). A Secretaria Estadual da Saúde seguirá realizando as distribuições de doses aos municípios de forma regular, conforme recebimento das mesmas do Ministério da Saúde e as quantidades demandadas pelos municípios.
Tratamento
Está disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS) o primeiro medicamento para tratamento a pacientes com quadro leves a moderados da covid-19. Trata-se de uma associação dos antivirais Nirmatrelvir e Ritonavir. Ele está indicado para pessoas com mais de 65 anos ou imunocomprometidos com mais de 18 anos.
O medicamento visa reduzir o risco de internações, complicações e mortes pela covid-19. A definição quanto ao seu uso cabe ao médico, conforme avaliação no momento do atendimento.
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