Com balões pretos em sinal de luto, moradores de Guaíba reuniram-se, nesta quarta-feira (30), em frente da Delegacia de Polícia em pedido de justiça pela morte de Melissa, bebê de três meses assassinada na sexta-feira (25) em Florianópolis, Santa Catarina. Ela foi morta pelo pai Elivelton Oliveira, mas os protestantes pedem investigações sobre a participação da mãe no crime. A família teria se mudado para capital catarinense há uma semana.
Os dois teriam relatado que o bebê teria engasgado com leite materno e que, posteriormente, foi chamada a ambulância. Mas, de acordo com jornais de Santa Catarina, a criança já havia ido a óbito na ocasião da chegada da Samu, com diversos sinais de agressão e suspeita de traumatismo craniano. Ele foi preso em flagrante.
Segundo a dona de casa e participante da mobilização Alexandra Fagundes Ribeiro, de 40 anos, a mãe fez um depoimento à polícia que não confere com a realidade, e que ela tinha fortes conhecimentos sobre os ataques do pai sobre a criança.
- Mesmo que ela não tenha agredido o bebê, ela foi conivente com o que aconteceu. Estamos aqui por que queremos justiça, por achar que todas as mães, que são mães, devem cuidar de seus filhos - destaca Alexandra.
Segundo a delegada de Guaíba, Karoline Calegari, a delegacia de Santa Catarina, que prendeu o suspeito, vai ficar responsável pelo caso, e que a delegacia de Guaíba vai atuar dando apoio. Ela destacou que os protestantes podem registrar depoimentos, onde pode enriquecer as investigações e demonstrar maiores fatos.
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