Morreu nesta terça-feira (29) o escritor, jornalista e professor Walter Galvani, aos 87 anos. Ele estava hospitalizado há mais de uma semana no Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre, após uma queda na rua, além de apresentar problemas cardiológicos.
Natural de Canoas, estreou no jornalismo em sua terra natal, ajudando a fundar o jornal “Expressão” em agosto de 1954. Ainda trabalhou no Correio do Povo, Folha da Tarde, Folha da Manhã e nas rádios Gaúcha, Pampa e Guaíba. Atualmente era colunista de crônicas do Nova Folha, em Guaíba.
Iniciou na atividade literária com “Brasil por linhas tortas” em 1970, tendo lançado outros livros, como: “Informação ou morte”, “Andanças e contradanças”, “A noite do Quebra-Quebra”, “Um século de poder – os bastidores da Caldas Júnior” e “Olha a Folha – amor, traição e morte de um jornal”. Escreveu a primeira biografia de Pedro Álvares Cabral, "Naucapitãnia".
Galvani ocupava a cadeira 25 da Acadêmica Rio Grandense de Letras. Foi eleito patrono da 49a. Feira do Livro de Porto Alegre, evento que ocorreu em 2003, e das cidades de Canoas, São Sebastião do Caí, Gramado, Caçapava do Sul e em Guaíba, onde morava há mais de 20 anos.
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