Repórter Guaibense

Quarta-feira, 27 de Maio de 2026

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Professores paralisam e fazem caminhada pelo pagamento do piso salarial

O objetivo foi chamar a atenção da população sobre a reinvindicação da categoria

Professores paralisam e fazem caminhada pelo pagamento do piso salarial
Pedro Molnar
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Professores caminharam em reinvidicação ao pagamento do piso salarial na manhã desta quinta-feira (12), segundo dia de paralisação nas 29 escolas da rede municipal. Centenas de manifestantes saíram da frente da prefeitura, no Parque 35, e percorreram as principais avenidas do Centro até a Praça Gastão Leão, próxima da avenida João Pessoa (Beira).  

O objetivo foi chamar a atenção da população sobre a reinvindicação da categoria: o reajuste de 14,9% do piso nacional do magistério de 2023 e o índice de aproximadamente 30% do ano passado, além do vale alimentação de R$ 1.200,00.  

De acordo com o Sindicato do Professores Municipais de Guaíba, os professores tem 45,35% de devasagem do salário. A porcentagem representa R$ 735,00 a menos para profissionais do nível 1, R$ 1.103,75 para nível 2 e R$ 1.250,11 para o nível 3.

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"As conversas como o prefeito não são de agora, desde que assumiu a prefeitura em janeiro de 2021 que estamos pedindo aquilo que é nosso de direito e que ele não cumpriu essa promessa de campanha. Hoje realmente é um dia de luta para a categoria, cada dia cresce um professor a mais no nosso movimento, e assim vamos continuar no dia de amanhã e nos próximos dias se não serem atendidas as nossas reivindicações", disse a presidente Rosângela Hein. 

Entre as escolas que pararam totalmente nesta quarta-feira está a José Carlos Ferreira, na Pedras Brancas; Máximo Lavieguerre, no Passo Fundo; Breno Guimarães, na Vila Iolanda; e Inácio de Quadros, no bairro Coronel Nassuca;

O prefeito Marcelo Maranata deve anunciar a proposta para a categoria em reunião nesta sexta-feira, às 14 horas. Por isso, professores marcaram outro protesto em frente da prefeitura, às 13 horas, até a assembleia que deve votar se aceita ou não. Caso contrário, a greve será estendida.

O governo entende que todos os professores, inclusive os contratos, recebem o piso nacional do magistério, e que existe uma controvérsia no entendimento sobre o pagamento.

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