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Sexta-feira, 01 de Maio de 2026

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Começam as obras do Centro de Especialidades Médicas no antigo prédio da UPA, abandonado há 8 anos

Primeira fase da obra comtempla a construção dos sistemas de cobertura, telhado e a impermeabilização

Começam as obras do Centro de Especialidades Médicas no antigo prédio da UPA, abandonado há 8 anos
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Solenidade na tarde desta quarta-feira (1º) deu ínicio à primeira etapa das obras do Centro de Especialidades Médicas, no prédio que seria da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas. A construção estava parada desde 2015 ao lado do Hospital Nelson Cornetet, no Parque 35. 

O Centro será construído para atendimento de todas as especialidades médicas para a população, desocupando a unidade hospitalar, além de futuramente também abrigar o departamento de transporte da Secretaria Municipal da Saúde e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

"Esse lugar não é mais uma UPA, nós desistimos de ter esse equipamento que o governo federal diz que não funcionou e não conseguiu sustentar no Brasil. O próprio governo federal diz que foi um erro em ter criado a UPA no passado. E nós no mesmo intuído demos um passo importante, desistindo do projeto de UPA, para ter aqui um grande centro de especialidade", disse o prefeito Marcelo Maranata.

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A primeira fase da obra contempla a construção dos sistemas de cobertura, telhado e a impermeabilização, em cerca de oito meses. O investimento é de R$ 575 mil. A empresa responsável é a TAM Construções, que também venceu os certames para construção do ginásio da Vila Iolanda e da ampliação e reforma da UBS Pedras Brancas.

A prefeitura posteriomente deve abrir o processo licitatório para as demais obras na parte interna do prédio, abrangendo toda a rede elétrica e rede hidráulica. Não há uma previsão definitiva para a inauguração do Centro.

 

Prefeito e autoridades participaram da solenidades nesta quarta-feira
Prefeito e autoridades participaram da solenidades nesta quarta-feira

 

O antigo projeto da UPA tinha previsão de atender, em média, 7,5 mil pessoas por mês. O motivo da paralisação seria a rescisão do contrato com a construtora. Em reportagem para GaúchaZH, em julho de 2020, a prefeitura teria dito que não teria interesse na continuidade das obras e que estaria concentrando em esforços e recursos públicos para a inauguração do hospital. 

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