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Sábado, 24 de Outubro 2026
Educação

Construtora inicia as obras da escola Carmen Alice Lavieguerre, o Ciep, após dois meses da demolição

O investimento é de R$ 480 mil, custeado pelo governo do Rio Grande do Sul

Construtora inicia as obras da escola Carmen Alice Lavieguerre, o Ciep, após dois meses da demolição
Pedro Molnar
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Após dois meses da microexplosão na zona norte de Guaíba, a empresa vencedora da licitação do governo do Estado iniciou as obras da escola Carmen Alice Lavieguerre (Ciep) nesta segunda-feira (21). A N Construções será a responsável pela reconstrução do telhado totalmente demolido pelos ventos que chegaram a até 150 km/h na noite de 17 de janeiro.

A construtora espera concluir as obras do telhado, do pórtico de entrada da escola, substituir algumas telhas do ginásio e dos prédios dos fundos em até 60 dias.

Segundo o diretor da empresa, Milton Lux, em função da demora de três meses no processo licitatório e da ordem de início dos trabalhos, houveram outros danos na estrutura do prédio neste período que não estavam no contrato e que devem acarretar a um novo processo licitatório. 

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"É bastante coisa destruída, e o mais incrível é que a parte externa do colégio não tinha um caco de telha. O vento veio e trouxe tudo para dentro do pátio do colégio. É inacreditável. Nunca tinha visto isso não", disse.

A escola atendia antes da tragédia 200 alunos que foram transferidos para a escola Aglae Kehl, na Cohab, e 600 de educação infantil até o terceiro ano que ocupavam as salas devido a falta de espaço da escola Santa Rita, uma das maiores instituições da rede municipal de Guaíba.

A diretora Carla Salazar expressa que está contente com a rapidez do trabalho realizado pelo governo do Estado e a construtora, e que espera o mais rápido possível para estudantes voltarem a frequentar esse ambiente escolar.

"Queremos que em dois meses pelo menos a primeira etapa esteja concluída para retomarmos nossos trabalhos nesta escola com os nossos alunos. Não que não estejamos bem acomodados no Aglae, que nos receberam com a maior receptividade, mas nada como estar em nossa casa para acomodar esses alunos", diz ela.

O investimento é de R$ 480 mil, custeado pelo governo do Rio Grande do Sul, para a primeira fase do prédio que existe há quase 30 anos na comunidade. 

 

 

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