A Ulbra Guaíba completa 1 ano de fornecimento de cursos híbridos, em março. A unidade de uma maiores faculdades do Rio Grande do Sul e do Brasil tem nove cursos de ensino superior nesta modalidade: Agronomia, Arquitetura e Urbanismo, Desing de Interiores, Educação Física (licenciatura), Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica, Engenharia Mecânica Automotiva, Fisioterapia e Jornalismo.
Cursos híbridos proporcionam mais flexibilidade aos seus alunos, e o grande diferencial dessa modalidade é a junção de dois “mundos”, com aulas online e momentos presenciais. Além disso, é uma opção viável no quesito financeiro.
"O diferencial dos híbridos é a possibilidade de práticas presenciais, com o contato direto do professor da área. E tem a questão que é uma necessidade de mercado, fazendo que as graduações sejam mais atrativas e que possibilitam que o estudante tenha acesso. Porque principalmente se pegarmos os cursos da área da saúde, que normalmente têm preços mais elevados, a Fisioterapia que temos aqui consegue fazer com um preço para que o nosso aluno trabalhador possa pagar", afirma o diretor José Filipe Quadros.
Para ele, os cursos híbridos abriram novas possibilidades na Ulbra Guaíba. Porque até então havia somente a modalidades presencial e Ensino á Distancia (EAD), tendo agora um meio termo que traz a possibilidade de cursos considerados carentes na região Costa Doce.
"Como Jornalismo, alunos tinham que se deslocar para Porto Alegre ou outros lugares. A nossa preocupação era o aumento de cursos aqui na nossa cidade e também ser competitivo no mercado, em poder fazer que os estudantes consigam cursar na Ulbra. Porque às vezes você abre o curso e a precificação é muito alta, que a gente acaba não conseguindo atender uma demanda não somente de mercado, mas também social".
O diferencial também é o aluno poder utilizar a estrutura da faculdade, podendo estar presente onde tem o contato direto com o coordenador do polo, a direção, os espaços e o próprios profissionais da área para acompanhamento.
"A Ulbra também vem se preocupando para que os alunos tenha algo humanizado, que tenha algo orgânico, que eles não fiquem somente falando para uma prataforma. Os híbridos possibilitam esse contato, muita gente veem o estilo forte do híbrido, mas na questão de dizer que nossos acadêmicos possam utilizar a nossa estrutura, de biblioteca, central de relacional, laboratórios de informática...", diz o diretor.
Quadros ainda destaca que a pandemia, sim, abriu novas possibilidades e os alunos entenderam também que conseguem e podem estudar usando as tecnologias:
"Nessa questão dos cursos presenciais migrarem para o online teve a abertura e possibilidade do aluno perceber que alguma parte desses cursos poderia ser à distância. E para os híbridos, foi um achado. O híbrido chega nesse momento de pandemia, onde nós no retorno da presencialidade conseguimos possibilitar que o estudante não precise todo dia pegar a estrada até chegar em nossa unidade. A pandemia, sim, nos desafiou e também conseguimos acomodar o estudante, o que foi maravilhoso perceber".
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