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Sexta-feira, 31 de Julho de 2026

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Escolas municipais ficam sem serviço de portaria após empresa não pagar funcionários

Secretária de educação, Magda Ramos, explicou a situação na Câmara

Escolas municipais ficam sem serviço de portaria após empresa não pagar funcionários
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Estudantes, professores e funcionários das escolas municipais de Guaíba iniciaram as aulas desta segunda-feira (7) sem o serviço de portaria. A prefeitura de Guaíba encerrou o contrato com a empresa terceirizada Salles após descumprimento contratual, entre esses o não pagamento de trabalhadores responsáveis pela segurança da comunidade escolar.

O ausência desses porteiros em frente das instituições de ensino preocupou pais e responsáveis das crianças e adolescentes. "Este serviço é indispensável. Pela segurança de nossos filhos, pelas funcionárias da escola que possuem outras atividades e acabam tendo que se desdobrar para cuidar do portão na entrada e saída das crianças, por diversos pontos. É de extrema importância se manter esse serviço. Elas fazem muita falta", expressa a mãe Fabiana Viegas.

A secretária de educação, Magda Ramos, explicou a situação em sessão especial da Câmara de Vereadores no início da noite desta terça-feira (8). De acordo com ela, o poder público mediou tratativas com a empresa durante aproximadamente dois meses, dando apoio às escolas e tomando todas as atitudes legais. 

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"A empresa não pagava os funcionários desde dezembro. Eu, com a experiência de diretora por um bom tempo, trouxe para prefeitura para que não acontecesse da mesma forma como anteriormente, das empresas simplesmente abandonarem e os porteiros procurarem a prefeitura. Nós tentamos solucionar da melhor forma possível", disse.

Ela ainda relatou que a prefeitura realizou reuniões com os funcionários e doou duas cestas básicas, sabendo da dificuldade financeira de cada um com suas famílias, e que ainda nesta terça-feira o próprio poder executivo deve realizar o pagamento então atrasado dos salários.

As portarias estão temporariamente sendo cuidadas pelos próprios funcionários da escola, durante esta semana, até a chegada da nova empresa que vencerá o edital emergencial de contratação. 

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