Guaíba confirmou quatro casos de dengue em apenas uma semana, um autóctone (quando o contágio aconteceu dentro da cidade) e três importados (em outras localidades). De janeiro a abril, a cidade registrou 98 casos notificados (ou seja, que apresentaram sintomas de dengue), sendo que 39 estão em investigação e 55 foram descartados.
Os casos confirmados foram os primeiros registrados na cidade em 2023, sendo que o Rio Grande do Sul tem 15 óbitos em decorrência da doença desde o início do ano. O último foi de uma menina de apenas 10 anos, de Passo Fundo, sem comorbidade, ocorrido no último dia 22.
A Secretaria de Saúde reforça a importância de que a população procure atendimento médico nos serviços de saúde logo nos primeiros sintomas. Dessa forma, evita-se o agravamento da doença e a possível evolução para óbito.
Principais sintomas:
-febre alta (39°C a 40°C), com duração de dois a sete dias, dor retroorbital (atrás dos olhos);
-dor de cabeça,
-dor no corpo,
-dor nas articulações,
-mal-estar geral,
-náusea,
-vômito,
-diarreia,
-manchas vermelhas na pele, com ou sem coceira.
Medidas de prevenção à proliferação e circulação do Aedes, com a limpeza e revisão das áreas interna e externa das residências ou apartamentos e eliminação dos objetos com água parada são ações que impedem o mosquito de nascer, cortando o ciclo de vida na fase aquática. O uso de repelente também é recomendado para maior proteção individual contra o Aedes aegypti.
Ao todo, o Rio Grande do Sul já registra 9,3 mil casos confirmados de dengue somente neste ano. Em 2022, registrou seus maiores índices da doença em toda a série histórica. Foram mais de 57 mil casos autóctones e outros 11 mil casos importados. Foram 66 óbitos em virtude da dengue no ano passado.
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