O Tribunal de Justiça mandou que professores da rede municipal retornem seus trabalhos de ensino presencial em até 24 horas e suspendeu da greve sanitária da categoria que dura aproximadamente 15 dias. Em decisão publicada nesta terça-feira (20), o desembargador Eduardo Uhlein reconheceu o movimento grevista como abusiva por as reinvindicações serem consideradas inviáveis.
De acordo com a sindicato, não há ainda protocolos sanitários necessários para o retorno seguro de alunos e professores além deles não estarem completamente imunizados contra covid-19. A segunda dose da vacina está agendada somente para agosto.
Uhlein também alegou que no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), do Ministério Público com a Prefeitura, está posto que o poder público comprometeu-se em cumprir o cronograma de retorno escalonado e gradual com protocolos sanitários adotado em todos ambientes escolares.
"O objetivo é garantir a manutenção da totalidade da força de trabalho dos professores, pois todos protocolos emitidos pelas autoridades sanitárias foram e estão sendo observados por parte do executivo municipal".
Em contato com reportagem, o Sindicato diz que em breve publicará uma nota oficial sobre a decisão da Justiça. Para o presidente, Pablo Gomes, a ação é um já claro cerceamento da liberdade de justiça. "Vamos tomar as medidas cautelares possíveis e mostrar o contraditório. Percebemos que a gestão municipal, de diálogo, não possui nada”, criticou
Comentários: