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Sabado, 01 de Agosto de 2026

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Em Guaíba, manifestantes voltam às ruas por impeachment do presidente Jair Bolsonaro

O movimento ocorre pela terceira vez em mais de 300 cidades do Brasil

Em Guaíba, manifestantes voltam às ruas por impeachment do presidente Jair Bolsonaro
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Guaíba realizou novamente ato contra as medidas de Jair Bolsonaro na manhã deste sábado (3). Centenas de manifestantes se concentraram na sede da Prefeitura e percorreram as principais avenidas do Centro pedindo saída imediata do presidente da República, chamado de "genocida" e acusado de ser o principal responsável pela má gestão da pandemia nos 26 estados brasileiros e Distrito Federal.

O movimento, conhecido como "Fora Bolsonaro", ocorre pela terceira vez em mais de 300 cidades do Brasil e em outros países do mundo. A última foi em 19 de junho, quando atingiu 500 mil brasileiros falecidos por complicações da covid-19. Hoje são cerca de 520 mil mortos.

Protestantes ainda reclamam das denúncias da CPI do Senado Federal de corrupção na compra de vacinas, lentidão da Campanha Nacional de Imunização, promoção ao tratamento precoce, interferência na Polícia Federal e impactos negativos na economia, além da não prorrogação do auxílio emergencial e aumento de preços em supermercados e da gasolina.

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Eles carregavam cartazes escritos "proibido chamar o genocida de presidente", "Guaíba tem um povo que luta", "a luta muda o luto", "o Brasil precisa viver" e até mesmo "é tanta coisa errada que nem sei o que escrever".

O professor de História Bruno Silveira discursou que muitas vezes foi visto que era uma questão ideológica, pensando que era um negacionismo, mas que na real era um ganho do governo para se beneficiar recebendo dinheiro em cima de uma necessidade urgente, a vacinação em massa e em grande escala.

"A vacinação só é eficiente quando atinge uma grande porcentagem da população, não basta imunizar gotas a gotas. Tem que vacinar os milhões, e é desta maneira sim que a gente vai retomar a economia e não criando uma falsa normalidade", disse. "O presidente é pior que o vírus, por isto estamos aqui se manifestando, através de cartazes e gritos de guerra, para que a população entenda que há uma situação muito grave", complementou Silveira.

Na avenida São José, com maior número de estabelecimento comerciais no centro de Guaíba, fizeram um minuto de silêncio em memória das vítimas da doença. Terminou na Praça Gastão Leão, na João Pessoa.

Participaram representantes de diversas entidades, partidos e organizações, como o Levante Popular, CUT, Cpers Sindicato, Ama, Psol, PT, PSB, Rede, Mães pela Diversidade, SPMG, SindiGuaíba e Resistência Popular.

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