Guaíba conheceu nesta quarta-feira (27) a nova corte de Olifeira 2024. O evento na Fazendo do Bosque, na zona rural da cidade, marcou o lançamento da terceira edição do evento que acontecerá entre os dias 17 e 20 de outubro. A feira é promovida pela Prefeitura de Guaíba com apoio da Associação de Consumidores de Azeite de Oliva e Derivados (ABRAZEITE).
A corte eleita é formada pela rainha Karen Redante, de Guaíba, a 1ª princesa Julia Santanna, também da cidade, e a 2ª princesa Manuela Benites, de Charqueadas. A corte vai centralizar o papel de divulgar as oportunidades relativas ao cultivo, produção, comercialização e uso do azeite de oliva e seus derivados. Isso inclui aspectos turísticos, gastronômicos e de desenvolvimento social, empresarial e cultural.
O evento reuniu diversos convidados especiais, produtores de azeite de oliva e autoridades. Entres eles, os deputados estaduais Marcus Vinicius (PP) e Gustavo Victorino (Republicanos), que preside a comissão de economia e turismo da Assembleia Legislativa.
“A excelência dos produtos gaúchos, como o azeite extravirgem produzido no Rio Grande do Sul, é a garantia de qualidade que nos orgulha e que lutamos para o desenvolvimento da produção e comercialização, pois é um setor que também sofre a concorrência com produtos falsificados. A Olifeira é uma importante mostra do agronegócio que tanto defendemos”, pontuou Victorino.
O Prefeito de Guaíba, Marcelo Maranata, relatou sua expectativa sobre a Olifeira 2024: "é uma grande força de trabalho para romper os recordes do ano passado, mas mantendo a qualidade da feira. Já estamos ansiosos para outubro".
O presidente do IBRAOLIVA, Renato Fernandes, destacou que o Brasil é o segundo maior consumidor de azeite de oliva no mundo. São mais de 100 milhões de litros e as áreas produtivas que podem ser usadas por olivicultura somam mais de 1 milhão de hectares somente no Rio Grande do Sul.
Segundo ele, Guaíba vem de alguma forma contrariar todas as indicações que existiam com a resistência em relação ao zoneamento apropriado. O 1 milhão de hectares de olivicultura do estado, apontado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em 2000, não comtemplava Guaíba e outras cidades da região metropolitana de Porto Alegre.
"Nós gaúchos provamos que é possível. Temos colheita e áreas plantadas em Guaíba, que superam muitos municípios da nossa dita área específica, que seria a Região da Campanha e o Pampa Gaúcho. Guaíba possui uma área interessante de produção", afirmou.
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