Repórter Guaibense

Segunda-feira, 31 de Agosto de 2026

Notícias/Cultura

Filme “Até que a música pare” abre a programação do 22º Festival Nacional de Cinema Estudantil de Guaíba

O filme abrirá a programação nesta segunda-feira, a partir das 19h30min, no auditório do Instituto Gomes Jardim

Filme “Até que a música pare” abre a programação do 22º Festival Nacional de Cinema Estudantil de Guaíba
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Com mais de 3 mil filmes inscritos, o 22º Festival Nacional de Cinema Estudantil de Guaíba inicia nesta segunda-feira (4). O evento ocorre até 22 de novembro e oferecerá extensa programação com 22 atividades ao longo do período, incluindo os filmes selecionados, mostra de curtas, longas, oficinas e bate papos.

O filme “Até que a música pare” abrirá a programação a partir das 19h30min no auditório do Instituto Gomes Jardim. A trama acompanha Chiara, uma mulher idosa e descendente de italianos, que resolve acompanhar o marido em suas viagens como vendedor. Ela sempre se dedicou à família e agora, sem os filhos em casa, terá que tomar algumas decisões importantes. A produção ficou com os Kikitos de melhor atriz e direção de arte. A entrada é gratuita e a diretora Cristiane Oliveira estará na sessão para conversar com o público.  

O festival contará com mostras de estudantes nacionais e internacionais, oficinas e exibição de longas convidados como “Carta ao Papi Noel”, de Gustavo Spolidoro, “Chame a Bebel”, de Paulo Nascimento, “Virgínia e Adelaide”, com direção de Yasmin Thayná e Jorge Furtado, além do documentário “Sociedade Regenerativa”, de Pedro Zimmermann.

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Na quinta-feira será lançado o livro ‘LUTZ — A Visão e as Previsões de José Lutzenberger’. O evento contará com a presença da filha do ambientalista Lily Lutzenberger e da organizadora Lúcia Brito.- Conforme Lúcia, o livro brotou no rastro da destruição provocada pelas cheias e inundações que solaparam o Rio Grande do Sul em abril e maio de 2024. “Lutzenberger muitas vezes foi tachado de arauto do apocalipse, mas suas previsões não podem mais ser consideradas alarmistas. Alarmante hoje é negar o estado de emergência climática”, revela a autora. Os textos selecionados para este livro foram escritos e publicados entre 1972 e 1997.

 

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A entrada é franca, de acordo com a disponibilidade do espaço.

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