O Tribunal Superior Eleitoral divulgou, nesta sexta-feira (15), o número de pessoas aptas a votar nas eleições de 2 de outubro em todo o país . Guaíba registra neste ano 75.682 eleitores regularizados para votar no pleito, o maior número desde a redemocratização (1988).
A quantidade representa acréscimo de 2,05% em comparação às eleições municipais de 2020, que 74.156 pessoas estavam aptas a elegerem prefeito, vice-prefeito e vereadores naquela ocasião.
O público feminino é a maioria do eleitores em todo território nacional e até mesmo na cidade. O Cartório Eleitoral registra 35.575 (47%) homens eleitores e 40.107 (53%) mulheres eleitoras que votarão nas eleições do primeiro e segundo turno para deputados, senador, governador e presidente da República.
As estatísticas do TSE ainda apontam que a maior parte do eleitorado são de pessoas entre 45 e 59 anos, seguido daquelas entre 25 e 44 anos, e que 56% são consideradas de estado civil solteiro. Quanto ao grau de instrução, os dados mostram que 29% possuem ensino médio completo, 23% ensino médio incompleto e 16% ensino médio incompleto.
Ao todo, o Brasil tem 156.454.011 eleitoras e eleitores poderão comparecer às urnas para escolher os novos representantes políticos. A votação vai ocorrer nos dias 2 de outubro (1º turno) e 30 de outubro (2º turno) em 496.512 mil seções eleitorais distribuídas em 2.637 mil zonas eleitorais.
Segundo as estatísticas da Justiça Eleitoral, houve um aumento de 6,21% do eleitorado desde as últimas eleições gerais do país, em 2018. Naquele pleito, o número de eleitoras e eleitores habilitados a votar era de 147.306.275 milhões.
De acordo com o presidente do TSE, ministro Edson Fachin, os números são “efetivamente impressionantes” e demonstram “a pujança cívica da cidadania”, uma vez que os dados revelam “o maior eleitorado cadastrado da história brasileira”.
Conforme destacou o ministro, “ao divulgar os dados e o perfil que compõe o eleitorado, o TSE cumpre uma de suas missões fundamentais que é organizar, preparar e realizar as eleições fundamentais para o estado democrático de direito e para a própria democracia”. "Este é mais um serviço que a Justiça Eleitoral presta, como tem feito em 90 anos de existência, e em mais de 25 anos do sistema eletrônico de votação em prol da democracia, em prol de um sistema seguro, transparente e auditável”, ressaltou.
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