Repórter Guaibense

Terça-feira, 26 de Maio de 2026

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Incêndio na área florestal da Santa Rita é controlado depois de três dias

Chuva acabou com a cortina de fumaça que atingiu moradores dos bairros Santa Rita e Cohab

Incêndio na área florestal da Santa Rita é controlado depois de três dias
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O incêndio na área florestal na zona norte de Guaíba foi controlado na tarde desta segunda-feira (12), segundo o Corpo de Bombeiros. A chuva acabou com a cortina de fumaça que atingiu moradores dos bairros Santa Rita e Cohab desde a manhã do último sábado (10).

O comandante da corporação, tenente Paulo Eduardo Moreira Farias, lembra que o incêndio é comum acontecer no mesmo local durante o verão. A última vez ocorreu em abril deste ano, quando durou quatro dias até o apagamento das chamas.

"Pessoas colocam fogo na área seca do pinheiro, e esta palha cria uma crosta no chão que começa a queimar. Vai queimando devagar. Mas o único problema é a fumaça que se espalha para os bairros próximos, que acabou intoxicando as pessoas", explica.

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Ele destaca que também ocorreram outras ocorrências na cidade nos três dias, como incêndio em residências, enquanto a guarnição tentava apagar o fogo em grande proporção. 

"Para nós, é corriqueiro, não que seja pior que os outros anos que houveram a mesma ocorrência. É todos anos essa situação. Nós colocamos uma guarnição da corporação para cá, tendo que atender mais seis municípios da nossa área, com prioridade de proteger residências da Cohab e Santa Rita", afirma o tenente Eduardo.

A área entre a estrada Ismael Chaves Barcellos e a BR-116 pertence ao governo do Rio Grande do Sul. O morador Pedro Borba da Costa destaca que a área é uma plantação de pinheiros, coníferas, a palha seca é altamente combustível e no calor e tempo seco termina em incêndio.

"Com décadas de incêndios, verão sim outro também, já era pra ter sido suprimida essa vegetação e plantadas espécies nativas no lugar. O local é aberto, abandonado e sem vigilância, por isso vira point pra drogados e motel à céu aberto nas horas vagas. E por incrível que pareça não há uma única ação civil coletiva contra o IPERGS [Intituto de Previdência do Rio Grande do Sul] por causa disso", critica.

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