No dia do Escoteiro, o Ana Terra retomou as atividades presencias depois de dois anos em virtude da pandemia na tarde do último sábado (23). Dezenas de crianças e adolescentes participaram de brincadeiras de caráter socioeducativas no parque Ruy Coelho Gonçalves, o Coelhão, nova sede da entidade.
Criado em 2018, inicialmente no instituto de educação Gomes Jardim e posteriomente no colégio Martinho Lutero, ambos no Centro, o grupo parou em março de 2020 e nos últimos dois anos desenvolveu trabalhos pedagógicos via online.
"A gente brinca que é esse ano é o ano da Ana Terra", adianta a diretora-presidente Geórgia Terres. Segundo ela, a tendência agora é crescer com muitas crianças e adolescentes acrescentando grupo que tem em uma das premissas a realização de ações em ar livre.
Com mais de 57 milhões de membros no mundo inteiro, o movimento é voltado para jovens busca sempre uma constantes transformação, acompanhando as mudanças da geração, mas sem perder o propósito educacionais. Os jovens aprendem e tomam gosto por se envolverem com a comunidade, se transformando em verdadeiros líderes. Por meio da pro atividade e da preocupação com o próximo e com o meio ambiente, eles são engajados em construir um mundo melhor, mais justo e mais fraterno.
O nome geralmente dos grupos de escoteiros homenageia homens e, diferentemente dos demais, o hoje único grupo de Guaíba leva o nome da personagem da serie literária O Tempo e o Vento. "Feminista que sou, escolhemos a Ana Terra porque a história é de um autor gaúcho [Érico Veríssimo] que conta história do Rio Grande do Sul e de uma mulher muito forte", conta Geórgia.

Ela acredita a educação é a única ferramenta de transformação, acreditando que as crianças e jovens são o bens mais preciosos que merecem a dedicação de cada voluntário do grupo de escoteiros.
O movimento trabalha com menores entre 6 anos e meio e 21 anos incompletos, divididos por idade, e passando por esse ciclo o objetivo é que eles se tornem chefes voluntários. Para ser chefe voluntário não precisa ter passado pelo movimento, basta gostar do movimento que constrói um mundo melhor onde as pessoas se realizem como indivíduos e desempenhem um papel construtivo na sociedade.
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