Repórter Guaibense

Sexta-feira, 19 de Julho de 2024

Notícias/Política

Prefeito Marcelo Maranata participa da Marcha de Reconstrução dos Municípios do RS, em Brasília

Guaíba deve perder mais de R$ 41 milhões de arrecadação de ICMS neste ano, de acordo com a Secretaria Municipal da Fazenda

Prefeito Marcelo Maranata participa da Marcha de Reconstrução dos Municípios do RS, em Brasília
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O prefeito de Guaíba, Marcelo Maranata, foi um dos 360 prefeitos que participaram da Marcha a Brasília pela Reconstrução dos Municípios do RS nesta terça e quarta-feira (2 e 3).

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e a Famurs entregaram reivindicações relacionadas a recursos do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) ao ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Wellington Dias. Entre os pedidos, a reprogramação de recursos da Assistência Social, hoje parados, aos municípios gaúchos.

Conforme o presidente da Famurs e prefeito de Barra do Rio Azul, Marcelo Arruda, são cerca de R$ 100 milhões de recursos provenientes de Medidas Provisórias que os municípios não conseguiram acessar.  “A Famurs e a CNM pleitearam que o ministro ajuste portarias e legislação para que os municípios possam acessar este recurso, e que ele chegue de forma rápida, como custeio para os municípios gaúchos”, explicou. 

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Na oportunidade, o ministro Dias defendeu o trabalho integrado entre governos federal, estadual e municipais no atendimento às necessidades do Rio Grande do Sul. Para apoiar os municípios gaúchos, defendeu alinhamento entre reconstrução econômica e social. 

Maranata também participou da reunião realizada pela Comissão Externa da Câmara dos Deputados Federais sobre o uso de recursos a fundo perdido destinados aos municípios gaúchos em estado de calamidade.

Guaíba deve perder mais de R$ 41 milhões de arrecadação de ICMS neste ano, de acordo com a Secretaria Municipal da Fazenda. A cidade é uma das 30 que mais tiveram perdas em um mês e meio, R$ 5,5 milhões. Entre as mais afetadas também estão Canoas (R$ 24,2 milhões), Porto Alegre (R$ 23,6 milhões) e Caxias do Sul (R$ 16,9 milhões).

"Cada município tem uma realidade, mas a grande maioria pode sofrer para garantir serviços essenciais, como saúde e recuperação de infraestrutura. O dinheiro que estava todo organizado no caixa agora é voltado para recuperar a cidade", argumentou.

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