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Quarta-feira, 27 de Maio de 2026

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Com vaias e brigas, vereadores discutem reajuste dos professores municipais

Categoria reinvidica reajuste de 14,95% do piso nacional

Com vaias e brigas, vereadores discutem reajuste dos professores municipais
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Vaias e brigas marcaram a sessão ordinária da Câmara de Vereadores na noite desta terça-feira (14). Os professores da rede municipal, em greve a partir desta quarta-feira, lotaram o plenário Jonas Xavier na sessão ordinária que durou mais quatro horas. 

Os parlamentares discutiram a moção de apoio às reivindicações justas e necessárias dos professores da Rede Municipal de Educação de Guaíba, para que recebam a reposição do piso salarial. A categoria reinvidica reajuste de 14,95% do piso nacional, com os retroativos de janeiro e fevereiro, e R$ 300,00 no vale-alimentação.

"Vemos a importância dessa moção nesta causa diária dos nossos professores. E essa luta não é de agora, vem de um bom tempo, da gestão passada e desses dois últimos anos dessa gestão. Ninguém está pedindo o que não é de direito, todo mundo está pedindo o que é de direito. Toda ação coletiva se fortalece, e essa moção deveria ser mais coletiva do que foi, porque teríamos mais força", disse o vereador Tiago Green.

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A crítica foi para os vereadores da base do governo que não assinaram a moção, mesmo sendo aprovada posteriormente por unanimidade. Assinaram Carla Vargas (PTB), Graciano Pereira (PTB), Tiago Green (PTB), João Caldas (PT), Marcos SJ (União Brasil) e o proponente Ale Alves (PDT). A sessão ficou tensa devido o bate boca entre os parlamentares Ale Alves e Airton Elegância (PTB), com palavras de baixo calão. 

Elegância justificou que solicitou a retirada da assinatura da moção porque o prefeito Marcelo Maranata disse que pretende chegar a um denominador comum com a categoria, e que o vereador proponente também já utilizou palavras ofensivas aos servidores públicos de carreira. É verdade: em 2021, Alves postou video pelas redes sociais com uma série de ofensas e vulgaridades contra os servidores públicos de forma generalizada e descontextualizada. 

 

Justa homenagem

Os vereadores também aprovaram o projeto de lei do vereador João Collares (PDT) que denomina a rua 5, na Cohab, de Mariana Canofe Marques. Era a rua onde morava a jovem de 21 anos vítima de feminicídio, em novembro do ano passado, pelo então namorado e soldado da Brigada Militar.

 

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