O professor Cristiano Vianna autografou o livro "Narrativas fotoetnográficas e diversidade juvenil - construindo itinerários de ensino" na última sexta-feira (1º). Amigos, familiares e convidados prestigiaram o coquetel especial de lançamento no Museu do Gaúcho, no Centro de Guaíba.
"A proposta que desenvolvi é deslocar a fotoetnografia, que é um conceito de pesquisa antropológica que propõe linguagem visual e não escrita para entender ou mostrar determinadas situações e vivências, para a área da educação. O livro traz a ideia que os alunos desenvolvam textos visuais apresentando a realidade da vida deles, então o texto fotoetnográfico parte do princípio de contar uma história com imagens", explica Vianna.
O trabalho do também diretor da escola Carlos de Moura e Cunha é de pesquisa científica do mestrado de Educação Profissional e Tecnológica, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul). Para ele, a fotoetnografia é usada para dar protagonismo aos estudantes podendo, através do que consideram importante e relevante, mostrarem para o professor entender melhor as suas realidades de vida.
"O professor consegue entender melhor a realidade do aluno, se aproximar mais, criar mais empatia e consegue fazer parte da vida dele de uma maneira mais produtiva. Isso ajuda no controle da sala de aula e a desenvolver melhor as práticas pedagógicas dentro das salas de aula", diz.
A obra está disponível para venda através do site da editora Dialética (clique aqui).
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