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Quinta-feira, 30 de Julho de 2026

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Exposição no DTG Caiboaté conta a história da tradição gaúcha

Mostra acontece na semana que é comemorado o dia da Tradição

Exposição no DTG Caiboaté conta a história da tradição gaúcha
Pedro Molnar
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A exposição "Tradição Gaúcha - Dialógos" segue até esta sexta-feira (6) nas dependências do DTG Caiboaté, no Ermo. A mostra aponta os aspectos educacionais e culturais de uma pesquisa sobre a cultura do Rio Grande do Sul desde quando começou o movimento tradicionalista, em 1947.

Banners conta a história desde as artes missioneiras, as músicas tradicionalistas, os sapateios e as sapateadas, o hibridismo, as festas juninas e caipiras e da inauguração da estátua do Laçador, em Porto Alegre, que retrata o fundador Paixão Cortes.

A mostra acontece na semana que é comemorado o dia da Tradição, nesta quarta-feira (4), com diversas atividades e visitas dos estudantes da escola Augusto Meyer (Premem) para conhecerem a história e os costumes do tradicionalismo gaúcho.

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"A ideia dessa exposição surgiu justamente através de conversas e no entendimento da necessidade de uma maior divulgação da nossa cultura no ambiente escolar. Queremos que esses alunos e adolescentes percebam-se como agentes de preservação da cultura gaúcha. Nós pensamos nesta intervenção para que eles se apropriassem da sua própria cultura que muitas vezes não é percebida", disse o coordenador da exposição, Irã Goulart.

O evento desta quarta-feira teve a palestra da tradicionalista e membro da Comissão Gaúcha de Folclore, Márcia Borges, que apresentou curiosidades da história do movimento tradicionalista, iniciada pelos então alunos do Colégio Farroupilha que posteriormente fundaram o CTG 35 na avenida Ipiranga, em Porto Alegre.

"Eles trouxeram a vida do homem do campo para dentro da Capital, no asfalto, para as pessoas enxergarem a simplicidade do homem do campo. O hábito de tomar um mate, de andar da cavalo, de assar um churrasco e o hábito do respeito", conta a primeira mulher patroa do CTG 35.

Para ela, os objetivos dos centros de tradições gaúchas são de encontrarem pessoas para conversar, contar as coisas boas e de valorizar as coisas do nosso Rio Grande. 

"O dia da Tradição foi criado e oficializado por uma lei estadual para ser valorizado o objetivo do verdadeiro sentido de um galpão dentro de uma cidade. Porque o galpão não pode ser somente um galpão. Ele tem que ter toda uma representação e valorização do campo, princípios deixados de Peixão Cortes e Barbosa Lessa", complementou.

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