As obras paradas de pavimentação da avenida Lourival Luís da Cunha, na Moradas da Colina, está incomodando comerciantes e moradores da região. A via se encontra em terra de chão batido, com pedras e montes de areias em frente dos estebelecimentos, fios de luz e telefonia soltos e esgotos à céu aberto. Pedestres, ciclistas, motoristas e caminhoneiros enfrentam diariamente dificuldades para passar pelo local abandonado pelo serviço público há dois meses.
A proprietária Odete Pelina, por exemplo, conta que não consegue nem abrir a porta para fazer faxina do Clube Ramada, que perdeu todo acesso ao seu estabelecimento com barrancos de terra.
- Eu preciso de socorro. Eu tinha um acesso e uma calçada, agora não tenho nada.
A obra estava sendo realizada pela Construtora e Pavimentadora Atual Eireli, contratada pela prefeitura para execução também das ruas Pedras Brancas, Inácio de Quadros, avenida Walter Hoff e na estrada Pedras Brancas. O investimento faz parte do empréstimo de R$ 10 milhões realizado em 2019 com o Badesul.
Em contato com a reportagem, o secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Ivan Barcellos, disse que a empresa responsável está pedindo realinhamento de preço acima de permitido devido aumento de valores de combustíveis, matéria-prima da pavimentação. E que ainda não há previsão para retomada da construção.
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