O prefeito Marcelo Maranata viajou, na terça-feira (2), a Brasília para resolver sobre a dívida de quase R$ 1,2 milhões das obras da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), paradas a cinco anos. Em vídeo nas redes sociais com o deputado Maurício Dziedricki, ele disse que "a gente pode voltar a ter esperança de ter nossa UPA, reiniciar imediatamente esta obra e dá conclusão a ela. Não tento que devolver os recursos, recebendo mais recursos ainda e dando mais saúde de qualidade ao nosso município".
O motivo da parada, em setembro de 2015, seria a rescisão do contrato com a construtora. Em reportagem para GaúchaZH, em julho de 2020, a prefeitura teria dito que não teria interesse na continuidade da construção e que estaria concentrando em esforços e recursos públicos para a instalação do hospital, inaugurada naquele mês para atender pacientes com covid-19.
Maranata teve audiência com representantes do Ministério da Saúde durante a viagem, que possibilitou a negociações para que o governo federal envie mais dinheiro para finalização da construção, que está pela metade. O governo federal investiu R$ 1.386.179,00 até a paralização do serviço.
Em estado de abandono, o prédio já sofreu depredações, furto e vandalismo. É possível enxergar goteiras, excesso de lixos, colchões velhos utilizados por moradores de rua, pichações e até mesmo cachorros em situação de abandono.
De acordo com o projeto, a UPA teria previsão de atender, em média, 7,5 mil pessoas por mês. O prefeito, que voltou da capital federal na noite desta quarta-feira (3), esteve no local na manhã de hoje. Nas redes sociais, escreveu "o relógio da regressiva foi ligado! Todos dias terei que dar um passo adiante rumo ao encaminhamento desta resolução. Confesso, não será algo fácil! Não vai faltar vontade e determinação. Ao trabalho.
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