A direção da escola Santa Catarina encontrou uma forma de incentivar a frequência dos alunos nas salas de aulas: oferecer picolés como merenda escolar. A ideia ganhou tanta força na comunidade do bairro Logradouro, em Guaíba, que o índice de evasão escolar diminui à cada semana que passa.
Tem picolé de morango, melancia, banana, torta de limão e de outras frutas que de um sabor ou de outro fazem a alegria da garotada.
"Esse picolé é uma forma de diminuir a evasão escolar e manter os alunos na escola. Então os picolés que trazemos para eles uma vez por semana é uma forma de atrair as crianças e fazer que elas estejam sempre na escola ainda mais em um momento de retorno às aulas presenciais", diz o vice-diretor William José da Silva
O "picolégio", como é chamado o projeto, acontece há alguns anos na comunidade escolar, onde lá mesmo são produzidos picolés com muitas das frutas doadas por alunos e famílias que plantam em suas residências.
A ideia começou quando os próprios diretores compraram a tão sonhada sorveteira com recursos próprios, trouxeram ela para escola e começaram a buscar receitas para sua produção. Os picolés são naturais, com redução de açúcar para não prejudicar a saúde das crianças e adolescentes e de mantimento artificiais.

"São receitas mais simples, que não usamos tantos mantimentos artificiais. Pois sabemos que os picolés que tem hoje na cidade usam muitas coisas para seguras eles congelados, e como esses são consumidos dentro da escola e de uma rapidez boa não é preciso muito mantimento, muita química na verdade, para segurar ele congelado por muito tempo. Então até isso conseguimos diminuir para que eles consigam consumir sem prejudicar a saúde", conta Silva.
A escola ainda tem máquina de algodão-doce, de crepe e de pipoca, que também são oferecidos para comunidade todas sextas-feiras.
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