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Terça-feira, 07 de Julho de 2026

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Secretário-adjunto de Educação, Ricardo Jardim, renuncia ao cargo após recomendação do Ministério Público

Ministério Público do Rio Grande do Sul recomendou a revogação de sua nomeação em até dez dias

Secretário-adjunto de Educação, Ricardo Jardim, renuncia ao cargo após recomendação do Ministério Público
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O secretário-adjunto de Educação, Ricardo Jardim, pediu exoneração na última sexta-feira (7) após quase dois meses no posto. O Ministério Público do Rio Grande do Sul recomendou a revogação de sua nomeação em até dez dias, devido ao fato de o jovem de 20 anos ser filho da vice-prefeita Claudinha Jardim.

Em nota, a Prefeitura de Guaíba informou que a nomeação ocorreu dentro da legalidade, atendendo a todos os requisitos previstos na legislação vigente, e que o servidor optou por solicitar sua exoneração em respeito à recomendação do Ministério Público do Estado. "A decisão foi tomada com a responsabilidade de preservar a harmonia institucional e evitar qualquer desgaste que possa desviar o foco do compromisso desta gestão, de trabalhar pelo desenvolvimento de Guaíba e pelo bem-estar da população", declarou a administração municipal.

Ricardo é estudante de Gestão Pública e foi o primeiro suplente de vereador do PL nas eleições do ano passado, com 405 votos. Ele reafirma que a sua nomeação ocorreu dentro das quatro linhas, no entanto, tomou a decisão de pedir a exoneração para evitar qualquer desgaste institucional e garantir que o foco da gestão siga sendo o desenvolvimento de Guaíba.

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"Acredito no trabalho que está sendo feito na educação e agradeço imensamente à equipe da Secretaria pelo empenho diário em melhorar a vida dos nossos alunos. Meu compromisso com a cidade segue firme, e continuarei trabalhando como voluntário em um projeto que iniciamos que é o Bolsa Cursinho Pré-Vestibular, projeto que irá dar uma oportunidade para nossos jovens que não tem condições de pagar um pré-vestibular de alto nível", disse à reportagem.

O promotor de Justiça Fernando Cesar Sgarbossa, da Promotoria Cível de Guaíba, ressaltou que o MPRS apurou o caso a partir de reclamações de cidadãos e da divulgação nos veículos de comunicação da cidade.

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