Repórter Guaibense

Domingo, 30 de Agosto de 2026

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Guaíba, na Vacaria!

A cada evento, vem deixando o nome gravado na história, semeando sorrisos largos pelas faces...

Guaíba, na Vacaria!
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A cada dois anos acontece, em Vacaria, o rodeio Internacional da Vacaria.

Uma festa grandiosa, reunindo gente de todos os cantos do Brasil e quiçá do mundo. Todos vêm para prestigiar as provas e atrações que ocorrem por uma semana. São provas artísticas, campeiras, culturais, com participantes de Santa Catarina, Paraná, todos os cantos do Rio Grande do Sul, dando a mais alta grandeza e também gerando dificuldade para os avaliadores das provas pelo alto nível dos competidores. Tudo isso para o deleite do público.

A Vacaria vem mesclando tradicionalistas e espectadores num enlace mágico para acompanhar e apreciar tudo o que acontece nesse universo único dos rodeios.

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É claro, que nossa Guaíba querida não poderia ficar de fora desse evento magistral, o CTG Gomes Jardim, com as bandeiras do Município e da Entidade, fincou seu mastro na terra dos tropeiros, na Vacaria dos Pinhais.

Aliás Guaíba tem sempre um representante em destaque no cenário tradicionalista, nossos amigos do CTG Darci Fagundes, seguidamente representam nossa cidade com maestria e relevância.

Não diferente desse, o CTG Gomes Jardim, vem ascendendo no cenário tradicionalista, participando e cravando na pedra fundamental da cultura e tradição, seu nome, como uma entidade que traz em si a força de quem faz tradição, há algum tempo, com seriedade, respeito e principalmente, com muita fraternidade.

Nas provas campeiras a prenda Maria Luiza mostrou que guria, também laça e laça com faro de campeã, ela trouxe o primeiro troféu dessa 35ª edição do Rodeio da Vacaria, marcando presença com maestria, levando a bandeira do CTG Gomes Jardim ao lugar mais alto do pódio.

Nas provas artísticas, o CTG Gomes Jardim foi até a Vacaria com sua invernada de danças Veterana e não deixou nada a desejar.

Ah, a dança e sua magia!!! Ao dançarmos é como se alma transcendesse! Voltamos ao passado com nossas vestes e estilo de bailar. Ali, naqueles minutos que ficamos em sala, as emoções se fazem presente e engrandecem ainda mais a apresentação.

Para o bailarino que se permite viver uma experiência como esta, não tem como não sair leve, alegre e encantado de ver o trabalho ali, se tornando realidade. São muitos dias de preparo, desde o que trajar, e saibam queridos leitores, para tudo isso há muito estudo envolvido, cada detalhe traz consigo um motivo, um porquê. Assim como os integrantes, onde cada um traz consigo uma história no seu bailar e que juntos em um único compasso, crescem e emocionam a todos que assistem!

Emocionar, está aí, uma característica que vem acompanhando a invernada veterana do CTG Gomes Jardim. Primeiramente, emocionados e respeitosos com seu bailar, mas... a cada evento, vem deixando o nome gravado na história, semeando sorrisos largos pelas faces, além de palmas altas e lágrimas, daqueles que assistem. Abraços e apertos de mãos, do público que por vezes não conhecemos, mas conhecem e reconhecem a arte. O que dirá falar demais integrantes da entidade, vibram ao vivo ou na transmissão.

Na fase classificatória, passamos, sim, nós passamos!! Pois estes que aqui escrevem, com tanto carinho e dedicação, estavam lá com coração na ponta da bota e da sapatilha, fomos classificados para a final em primeiro lugar, mostrando que o trabalho vem sendo notado em cada rodeio.

No domingo, na grande final das danças tradicionais, no palco principal, uma apresentação iluminada, cheia de alegria e vivacidade, colocou a Veterana do CTG Gomes Jardim como a terceira melhor invernada do 35º Rodeio da Vacaria, fazendo jus a toda a dedicação e esforço empreendido, para sua participação, é Guaíba mais uma vez, reconhecida no grandioso cenário tradicionalista.

Afinal, muitos esforços foram empregados, pois empreender uma empreitada desse porte, em um evento dessa magnitude, gera trabalho, muito trabalho.

Trabalho nas danças, para que tudo fique a contento e harmonioso, mas trabalho antes, preparando a comida, arrumando os cabelos, passando os trajes, ajeitando os lenços, o chapéu, há um grupo de pessoas que está sempre junto para que tudo saia justo e perfeito, também há um forte trabalho em relação as condições financeiras, afinal conduzir 50 pessoas para um rodeio, tem um custo elevado e como já mencionamos em outras colunas, os CTGs padecem de sócios e recursos para manterem-se de pé.

Cada vez mais é preciso que as empresas privadas, o poder público e os órgãos que cuidam da gestão cultural, apoiem os CTGs (centro de tradições gaúchas) para manutenção da tradição.

A magia dos rodeios e concursos tradicionalistas, depende das assinaturas de quem governa nosso município, estado e país.

Não deixem morrer a cultura, nunca, somos o fruto da história que nossos antepassados nos legaram.

Vida longa à todos os CTGs!!!!

 

                     “que o maior presente entre as pessoas,                                            

                            sejam a bondade e o amor fraterno!”

                             Mário Terres e Tainara Moraga

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