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Quinta-feira, 16 de Julho de 2026

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Jogos Paralímpicos: determinação, coragem, igualdade e inspiração

Breve histórico e conquistas de Tóquio.

Jogos Paralímpicos: determinação, coragem, igualdade e inspiração
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Quando nos deparamos com qualquer esporte ou paradesporto em nível competitivo, nos vem a mente: SUPER HUMANOS E HUMANAS, não é? SIM! Pois realmente estas pessoas são, evidenciando capacidades físicas e intelectuais, diante tantas superações e tempo dedicado.

Saiba um pouco mais, de onde e como surgiram as primeiras competições dos Jogos Paralímpicos: 

Em uma cidade chamada Stoke Mandeville, na Inglaterra, e nos Estados Unidos, devido aos militares que lutaram na Segunda Guerra Mundial. Muitos perderam algum membro do corpo ou chegaram a sofrer traumas graves. Inicialmente, as competições tinham o intuito de recuperar os ex-soldados, bem como estimular eles fisicamente e emocionalmente. 

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Os primeiros Jogos Paralímpicos, segundo pesquisadores, foram organizados pelo neurologista alemão Ludwig Guttmannem, no ano de 1948. Ele se dedicou à recuperação de pessoas que tinham lesões graves na medula óssea. Historicamente, essa data é um marco dos esportes adaptados. O neurologista, portanto, desenvolveu um novo modelo de tratamento para os seus pacientes. Guttmannem conseguiu unir trabalho e esporte ao mesmo tempo. Entre as categorias desportivas mais utilizadas por ele no tratamento estavam o basquetebol, dardos, bilhar e tiro com arco. 

No ano de 1948, outros jogos adaptados foram incluídos nos Jogos Paralímpicos e, além disso, atletas de outros locais entraram para participar das disputas. Pouco tempo depois, na cidade de Roma, no ano de 1960, ocorreu a primeira edição dos Jogos Paralímpicos. A primeira vez do Brasil nos Jogos Paralímpicos foi na edição de 1972, em Heidelberg, Alemanha Ocidental, quando o País enviou seus representantes para competir no atletismo, tiro com arco, natação e basquetebol em cadeira de rodas. Com a profissionalização dos Jogos Paralímpicos, o esporte passou de amador e ferramenta de reabilitação para alcançar níveis maiores. Isso vem sendo provado devido ao número de atletas que essa categoria vem adquirindo. (Educa+Brasil, 2019)

Seguindo todos os protocolos sanitários, de 24 de agosto a 5 de setembro de 2021, ocorreram os  XVI Jogos Paralímpicos, em Tóquio no Japão edição 2020, totalizando na delegação brasileira 253 participações em 22 modalidades, entre estes os/as atletas guias, calheiros, goleiros/as e timoneiro;

Entre tantas importantes reflexões e conquistas dos jogos, vem os seus valores, que nos mostram como podemos superar e aprender por meio da: determinação, coragem, igualdade e inspiração.

Um paratleta é um atleta paralímpico ou, de modo geral, qualquer praticante de atividade desportiva que possui alguma deficiência, podendo ser esta física, visual, intelectual. 

Destaque pelas conquistas, superando premiações anteriores com 72 medalhas: 22 de ouros, 20 de pratas e 30 de bronze, colocando o Brasil na sétima colocação geral desta edição. 

O Daniel Dias, paratleta de natação, mais uma vez nos emocionou com suas bravas três conquistas, entrando para a história nacional sendo o maior medalhista paralímpico com 27 pódios. Atuou como porta-bandeira e também foi nomeado ao Conselho de Atletas do Comitê Paralímpico Internacional (IPC), cargo que ocupará até a Paralimpíada de Paris em 2024.

Em entrevista, para o CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro) anunciou, que seria sua última participação em jogos paralímpicos entre outros contextos de sua vida, projetos de legado e carreira, deixou uma mensagem de inspiração:

“#SorriaPraVida. É a mensagem que eu carrego, pois acredito demais na força dela. Quando escolhemos sorrir, conseguimos mudar o ambiente e deixar tudo mais leve. A vida é uma grande oportunidade de aprendizado, encarar seus dias sorrindo é uma escolha que eu indico, pois me traz paz e coragem".

Para cada um e uma atleta e paratleta, chegar até o momento máximo que são os jogos do dia-dia, necessita de preparo, dedicação, suporte adequado e suas conquistas não devem ser esquecidas, observe, acolha e se inspire como bem nosso querido Daniel nos disse.

FONTE/CRÉDITOS: educamaisbrasil.com.br/enem/educacao-fisica/jogos-paralimpicos
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Jéssica Finger

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